Entrando na moda com pouca grana – cinco itens da moda que encontramos no Brasil

Já falamos muito sobre o que está e estará na moda nas estações mais frias do ano, desde leggings, meias-calças até os moletons. Hoje iremos mostrar que não somente gastando muito dinheiro que podemos desfilar na moda, e que não são somente as grifes mais badaladas do momento que estão a par das maiores tendências. No Brasil, várias marcas, especialmente as Fast Fashion, inspiram-se nas principais marcas gringas para criar coleções lindas, e que tem tudo para deixar qualquer pessoa na moda nos dias invernais.

Para começar:

Moletom

Já falamos que ele virou peça fashion, e tem sido desfilado com as mais fashionistas do momento. Ele está na moda, com ou sem estampa. E, realmente, não é necessário correr para o Ebay ou para o aeroporto para conseguir essa peça tão “Fashion”. A maioria das pessoas tem um ou mais casacos de moletom escondidos no guarda-roupa. Ou, até mesmo, comprar um aqui mesmo, no Brasil, pois nossas marcas já trataram de entrar na moda também.

Marcas como Marisa, Dress To e Market 33 já lançaram seus moletons e em nada perdem para a versão Kenzo de ser. Somente no preço vemos diferenças entre o tão querido moletom da Kenzo e os moletons lindos das marcas brasileiras. De 250 dólares (levando em consideração que o dólar é quase o dobro do real) para 20 reais em um moletom da Marisa.

Clutch acrílica transparente

Tudo começou com a clutch chamada de Pandora (alguma semelhança com a caixa de Pandora da mitologia?) da Charlotte Olympia. Ela desencadeou uma busca frenética das fashionistas por bolsas retangulares, transparentes e que comportam somente um celular um cartão de crédito um batom, e olhe lá. Pois bem, a vontade de mostrar o interior dos segredos femininos (afinal, a bolsa da mulher é o grande segredo feminino – quem tem coragem de mexer nela sem permissão?) começou pequeno, pela clutch Pandora, que é transparente, mas vem com uma pequena “nécessaire” de estampas e cores variadas, para guardar um pouco a privacidade.

Logo mais ela perdeu essa bolsa interna, e começou a desfilar seminua (digo, as coisas que eram guardadas dentro da bolsa). Não demorou para essa bolsa chegar ao Brasil. Muitas fashionistas escolheram a original, mas nossas principais marcas não demoraram para entrar nessa onda e criar as próprias bolsas transparentes.

Entre as marcas que entraram nessa onda, temos as consagradas Arezzo e Carmen Steffens (esta última caiu na graça da Madonna já). Os preços ainda estão salgados (Arezzo – R$ 300; Carmen Steffens – R$ 500), mas nada comparado com as 595 libras da clutch Pandora, não é mesmo?!

Bolsas transparentes

E não é que a moda realmente pegou?! Recentemente, fizemos um post sobre o assunto. É claro que levamos o tema para o nosso instagram (segue a gente: @divasportal), e causou um burburinho e tanto. Algumas dizendo que sim, outras dizendo que não para a nova sensação. Tudo bem para a praia, piscina, mas usar uma bolsa transparente no dia a dia, “no way!”. Mas o que quero dizer, é que ela está entrando de mansinho. Tem muita gente que dizia não para a estampa de onça (opa, eu aqui!), de jeito nenhum para o Scarpin de ponta fina e Deus me livre para o sneaker, e usou e abusou das peças quando elas realmente viraram febre. Portanto, nunca diga nunca. Se a bolsa transparente resolver virar o super Must Have da estação, a maioria das pessoas que olharam torto para ela irá cair na graça.

Voltando ao que interessa: algumas das bolsas que causaram frisson foram as queridinhas Chanel e Prada. Não preciso comentar o preço das mesmas (não consegui achar o real preço, mas com certeza não são menos que dois mil reais), mas com certeza nem se comparam às versões brasileiras, com a Carmen Steffens e sua bolsa baú por R$ 231 e a bolsa pink fever da Marisa, por míseros R$ 40. Elas em nada deixam a desejar, só não carregam o nome das marcas gringas.

Vale a pena peneirar as lojas brasileiras, porque temos muita coisa boa por aí! Vamos dar valor à moda que fazemos dentro do nosso país.

 

Ex-patricinha, ex-peoa, ex-hippie, sou formada em Letras e apaixonada por moda e maquiagem desde que ganhei meu primeiro batom de moranguinho. Para mim, rosa não é só uma cor, é uma filosofia de vida.

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